Em 1976, na Avenue de la Costa, em Mônaco, Henri Lavoisier, alfaiate vindo de Nice, e Alessandro de Marchetti, artesão de calçados de Milão, abrem o primeiro atêlie Saint Monaco. Camisaria sob medida, sapatos cosidos à mão, tecidos cuidadosamente tratados — feitos para a clientela discreta da Riviera.
Desde o início, a essência sempre foi a mesma: o verdadeiro luxo não precisa chamar atenção, precisa ser sentido. A mesma obsessão por acabamento que costurava lapelas e moldava solas migrou, com o tempo, para os movimentos suíços e as caixas de aço dos nossos cronógrafos.
Hoje, três gerações depois, Saint Monaco é uma manufatura própria de relojoaria — e cada peça que sai daqui carrega a mesma promessa feita em 1976.